terça-feira, 11 de agosto de 2015

JILÓ - JILO - Solanum gilo



Cultura do jiló (Solanum gilo)


O jiló (Solanum gilo) é uma planta anual, de origem desconhecida, pertencente à família das solanáceas (Solanaceae).
No Brasil a produção está concentrada principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O estado do Rio de Janeiro é o maior produtor nacional respondendo por 32% da produção.

Clima e época de plantio
Por ser uma planta de clima quente e muito exigente em temperatura a época de plantio mais indicada para o jiló encontra-se entre os meses de setembro a fevereiro, sendo que também é cultivado ao longo do ano, porém em regiões de baixas altitudes e que apresentam inverno suave, visto que a cultura é bastante sensível ao frio.

Escolha e preparo do solo
Em relação ao tipo de solo por ser uma cultura rústica, em relação às demais solanáceas, o jiló é menos exigente em nutrientes e mais tolerante à acidez, motivo pelo qual geralmente não se fazem aplicações de calagem para o seu
cultivo
O jiló apresenta melhor desenvolvimento em solos de textura areno-argilosa, embora apresente bons rendimentos e capacidade de adaptação a variados tipos de solo. Por ser uma cultura intolerante ao excesso de água exige solos bem drenados e cuidados na irrigação.
Em relação à necessidade de calagem, de acordo com a análise de solo recomenda-se fazer a correção do mesmo quando estiver com pH abaixo de 5,5 e o teor de alumínio for superior a 0,2 cmolc/dm³. O preparo do solo é caracterizado por uma aração e/ou gradagem de maneira que fique bem nivelado e fofo. Após o preparo do solo deve-se fazer o preparo das covas e as adubações orgânica e química, baseadas na análise de solo, sendo que ambos os procedimentos devem ser feitos com antecedência ao plantio das mudas.
Adubação orgânica
A importância da adubação orgânica para a cultura ressaltando que a mesma é muito benéfica principalmente se for feita nos 30 dias que antecedem o plantio das mudas (desde que seja farta). Na adubação orgânica pode ser usado esterco puro de galinha (2 litros de esterco por metro de sulco) além de outras fontes de matéria orgânica,  como fontes alternativas 5-8 ton/ha de esterco de ave; 10-15 ton/ha de esterco de cama de ave ou composto orgânico; e 20-30 ton/ha de esterco de curral/ha.

Implantação da cultura: plantio e semeadura
Existem basicamente dois métodos a serem seguidos pelo produtor no plantio, ambos envolvendo processos de formação de mudas para posteriormente realizar-se o transplante:
  1.  Plantio em sementeiras, efetuando-se posteriormente a repicagem para copinhos de papel de jornal contendo uma mistura de solo com adubos; e transplante para o campo.
  2. Formação das mudas em bandejas de isopor com 128 células, contendo substrato; procedendo-se logo em seguida ao transplante.
Visando favorecer a produtividade e a longevidade da cultura, o autor recomenda espaçamentos largos de aproximadamente 110-150 x 70-100 cm.
A produção de mudas pode ser feita:
  1. De modo tradicional, ou seja, com semeadura em canteiros e repicagem para copinhos de papel utilizando-se substrato caseiro e posterior transplantio para o local definitivo.
  2.  Pelo método mais atual, que permite a obtenção de mudas mais uniformes e saídas e preconiza o uso de bandejas de isopor com substrato comercial que oferece maior segurança ao produtor por ser isento de pragas e doenças além de vir com os fertilizantes necessários.
  3.  Aquisição das mudas por meio de produtores especializados.
O transplantio das mudas para o local definitivo é feito quando as mudas apresentam em torno de 4-6 folhas definitivas, sendo que, produtor deve realizar uma rigorosa seleção das mudas a serem transplantadas, buscando eliminar aquelas que possivelmente possam ser portadoras de doenças ou que apresentem qualquer tipo de anomalia. No local destinado ao plantio definitivo das mudas as covas devem ter medidas aproximadas de 25 x 25 cm, cerca de 15 cm de profundidade e ao serem transplantadas as plantas
devem ficar a uma profundidade maior em relação à que se encontravam durante sua fase de formação.
Sistemas de cultivo
  • o convencional, que preconiza a realização de um manejo padronizado e baseado em recomendações técnicas para a cultura, considerando operações de preparo (aração e gradagem) e correção do solo (adubação), de preparo das sementes, irrigação, tratos culturais e colheita;
  • cultivo protegido, feito em casas de vegetação ou túneis onde a cultura desenvolve-se em um ambiente alterado climaticamente o que possibilita ao produtor ter um melhor controle sob o desenvolvimento da cultura.
 Sistemas de irrigação
A irrigação seja feita somente no período seco (outono-inverno), quando necessário. A irrigação recomendada, em especial a localizada – por gotejamento, é um fator preponderante no desenvolvimento dessa cultura.
Porém os sistemas de irrigação mais usuais nesta cultura são por Infiltração (sulcos) ou aspersão.
NOTA: NÃO SE RECOMENDA O USO DE ASPERSÃO JÁ QUE ESTE SISTEMA RESULTARÁ NA DISSEMINAÇÃO DE DOENÇAS;
Tratos culturais
Os principais estão voltados para a irrigação que é recomendada principalmente para o período seco e para o uso de estacas (estaqueamento) utilizando-se varas de aproximadamente 80 cm de comprimento. Manter limpo o terreno cultivado durante todos os estádios de desenvolvimento da cultura (não existe nenhum herbicida registrado para o controle de plantas daninhas na cultura), com  capinas realizadas manualmente ou com auxílio de maquinário (microtrator). Como alternativa recomenda-se o uso de Mulching (cobertura morta com plástico preto,  método associado principalmente ao tipo de irrigação por gotejamento).

  • Principais doenças
1- Requeima (Phytophthora infestans): O fungo penetra a planta através de aberturas naturais ou ferimentos penetra a planta colonizando os tecidos e provocando a murcha das plântulas (em sementeiras).  Sua disseminação ocorre principalmente pelo escoamento de água no solo, por mudas e solo (aderido a implementos agrícolas) contaminados. As condições favoráveis ao seu desenvolvimento estão relacionadas a fatores como: temperatura (entre 22-28 ºC), longos períodos de chuva e solos com má drenagem. Seu controle pode ser feito tomando-se algumas medidas preventivas tais como: não realizar plantios em períodos quentes e úmidos; plantar em solos com boa drenagem; uso de cultivares resistentes; não
fornecer água em excesso; e fazer rotação de culturas com gramíneas (por cerca de 3 anos).
2- Antracnose (Colletotrichum gloesporioides):  ocasiona danos mais agravados nos frutos caracterizados por lesões pardas e deprimidas. As condições propícias ao seu desenvolvimento são principalmente temperatura e umidade elevadas. O controle pode ser feito utilizando-se cultivares resistentes (Tinguá).
3- Mancha de estenfílio (Stemphylium solani): Ataca as plantas na fase de muda e quando estão adultas, ocasionando o surgimento de lesões pardas e pequenas. Seu controle pode ser feito com tratamento químico (uso de fungicidas cúpricos); realizando-se o plantio em área arejada; fazer rotação de culturas; destruir os restos culturais ao final de cada ciclo da cultura; e uso de sementes provenientes de frutos sadios.
4- Nematóides (Meloidogyne sp.): A sintomática da doença caracteriza-se principalmente pelo aparecimento de áreas engrossadas e encaroçadas (galhas) nas raízes, além do amarelecimento das folhas mais velhas, podendo evoluir nos casos mais severos para murcha e até a
morte da planta. O seu controle recomendam-se práticas como a não realização do plantio em áreas onde anteriormente houve incidência da doença; a rotação de culturas; e o plantio em solo esterilizado ou livre de
nematóides.
5- Murcha bacteriana (Pseudomonas solanacearum): Ataca as plantas causando podridão das raízes e escurecimento dos vasos, podendo também aparecer em alguns casos sintomas típicos de murcha na parte aérea.
O controle da doença pode ser feito através do isolamento dos focos da doença; de medidas preventivas; rotação de culturas com gramíneas; cuidados na irrigação; e com a procedência da água.
  •  Principais pragas
1- Lagarta rosca:  Causa danos às raízes e à base do caule na região do coleto da planta, ou pouco abaixo da superfície do solo, atacando a planta após a germinação e no período deperfilhamento.
2- Mosca Branca: Ocasiona danos diretos através da sucção da seiva da planta, além de injetar toxina nas folhas durante o ataque reduzindo a fotossíntese e provocando secreções açucaradas que favorecem o aparecimento de outras pragas como formigas, ou doenças, como os vírus e fungos. Os sintomas são percebidos principalmente nos frutos, que após o ataque apresentam-se sem coloração, totalmente brancos e fora do padrão comercial, além de apresentarem amadurecimento irregular, prejudicando sua qualidade comercial. Além destas, são também pragas características da
cultura o pulgão e o tripes.
Colheita
Recomenda-se que a colheita seja iniciada com os frutos ainda imaturos  e as sementes tenras, visto que os frutos maduros não são adequados para consumo e, portanto não possuem interesse comercial.

As colheitas iniciam-se aproximadamente 80-100 dias após a semeadura, podendo estender-se por mais de 100 dias, o que possibilita inclusive a realização de uma nova colheita na primavera seguinte, após o inverno (caso seja feita uma cobertura com nitrogênio e recomecem as irrigações). O processo da colheita é feito manualmente , podendo o mesmo estender-se a três meses ou mais, dependendo das condições fitossanitárias e do manejo ao qual está sendo submetida a cultura.

O rendimento oscila entre 20-30 ton/ha, e que durante a comercialização os frutos. Durante a seleção dos produtos para comercialização são priorizados alguns fatores imprescindíveis para a obtenção de um produto final de qualidade:
1- Ausência de lesões: A presença de lesões reduz o valor do produto além de
ser porta de entrada para fungos e bactérias e aumentar a perda de água ocasionando murchamento.
2- Boa aparência e aspecto: Esta característica assegura que o produto foi colhido no período correto de maturação e, portanto, apresenta todas as
suas propriedades conservadas como bons valores nutricionais, sabor característico e possui um maior tempo de conservação.
3- Limpeza e higiene: Uma hortaliça limpa e higienizada representa um produto saudável e livre de contaminações.
4- Ausência de manchas: A presença de manchas reduz o valor do produto devido ao escurecimento ocasionado pelas mesmas na área afetada, além de revelar que a hortaliça apresentou um amadurecimento desigual.
Fonte: Boletim Técnico – Gustavo Cardoso Gonçalves

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Sino Dourado–Forsitia–Forsythia

Sino Dourado 8

O Sino Dourado é uma planta de clima temperado para germinar as sementes em áreas sem frio intenso, coloque-as na geladeira por um período de 30 dias.

Depois plante em substrato ou terra fina de boa qualidade cobrindo apenas (1mm de profundiade). PLANTE EM INVERNO, já que a temperatura ideal de germinação é de 15°C, sendo que temperaturas mmuito maiores podem inhibir totalmente a germinação.

Mesmo em condiçoes ideais a germinação pode demorar de 30 a 90 dias.

É uma planta que não pe exigente em materia de solos. Se cultiva a sol pleno, mas em área mais quentes resulta imprescindível proteger as plantas das horas mais intensas do sol.

Piracanta - Pyracantha coccinea



Nome científico: Pyracantha coccinea
– Família: Rosaceae (Rosaceae).
– Origem: Sul da Europa e da Ásia Ocidental.

A Piracanta é um arbusto resistente com galhos espinhosos e por isso usada como cerca viva.  As flores brancas aparescem na primavera. O fruto é muito abundante, dura todo o inverno, tendo muito valor decorativo.

GERMINAÇÃO
 
Sendo uma planta de clima ameno, se deve simular o inverno para germinar as sementes, que devem ficar 3 meses  na geladeira  antes de ser semeadas em forma normal, enterrando as sementes a 1/2 cm de profundidade.  


-Iluminação:  Deve-se deixar à sol pleno todo o ano com isso vai produzir muitas flores de frutas vermelhas ou laranja quando maduros.

– Temperaturas:  Suporta temperaturas baixas, e não se da bem em climas com invernos muito quentes. 

– Irrigação:  Regar todos os dias sem alagar quando as mudinhas são pequenas, depois regar frequentemente mas sem exagerar, e uma vez as plantas estabelecidas (uns 2 anos) praticamente não precisará molhar mais, se tiver um regime de chuvas normal. 

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Flamboyant–Delonix regia


Manual de Germinação e Cultivo do Flamboyant

O flamboyant (Delonix regia) é, sem dúvidas, uma das árvores floríferas mais lindas do mundo. Originária da Ásia, é cultivada no Brasil há séculos devido à sua beleza exuberante e sombra generosa. Suas flores vermelhas, alaranjadas ou amarelas tornam qualquer paisagem mais vibrante e atrativa.


PRÉ-TRATAMENTOS DAS SEMENTES

Para melhorar a taxa de germinação, é essencial realizar pré-tratamentos, pois as sementes possuem uma casca extremamente dura que impede a absorção de umidade.

Métodos recomendados:

  1. Escarificação mecânica:

    • Lixar as sementes levemente com lixa d'água número 80 ou 100 até que a camada mais dura seja desgastada. Isso facilita a entrada de umidade e acelera o processo de germinação.

  2. Tratamento térmico:

    • Deixar as sementes de molho em água a uma temperatura inicial de 80ºC por 24 horas.

    • Importante: Temperaturas muito altas ou muito baixas podem reduzir significativamente a taxa de germinação.


GERMINAÇÃO

Para um bom desenvolvimento inicial, siga os seguintes passos:

  1. Prepare um substrato leve e bem drenado, composto por uma mistura de terra vegetal, areia e humus de minhoca.

  2. Plante as sementes a uma profundidade de aproximadamente 1 a 2 cm.

  3. Regue suavemente para manter o solo úmido, sem encharcar.

  4. Mantenha o recipiente em local com boa iluminação indireta.

  5. A germinação ocorre entre 7 a 14 dias, dependendo das condições ambientais.

Dica: A temperatura ideal para germinação está entre 22ºC e 30ºC.


CULTIVO

Depois da germinação bem-sucedida, é importante seguir cuidados específicos para garantir um crescimento vigoroso da árvore:

  1. Luminosidade:

    • O flamboyant deve ser cultivado sob pleno sol, recebendo no mínimo 6 horas diárias de luz direta.

  2. Solo:

    • Prefere solos férteis, bem drenados e ricos em matéria orgânica.

    • Recomenda-se misturar terra comum com areia e adubo orgânico para melhorar a drenagem.

  3. Rega:

    • No primeiro ano, é essencial realizar irrigação periódica, mantendo o solo levemente úmido.

    • Após estabelecida, a árvore é bastante resistente à seca.

  4. Clima:

    • Adaptada a climas tropicais, subtropicais e equatoriais.

    • Não tolera frio intenso, mas pode resistir a geadas leves uma vez estabelecida.

  5. Crescimento:

    • O crescimento é rápido, podendo atingir cerca de 1,5 metros por ano, chegando a uma altura final de até 12 metros.

  6. Adubação:

    • A aplicação de fertilizantes ricos em fósforo e potássio durante o crescimento inicial melhora o desenvolvimento radicular e a floração.


PODA

A poda deve ser feita para controle de crescimento e modelagem da copa. Recomenda-se:

  • Realizar podas de limpeza retirando galhos secos ou doentes.

  • Modelar a copa no formato desejado nos primeiros anos.


IMPORTANTE

As raízes do flamboyant são agressivas, com parte delas emergindo acima da superfície do solo. Por esse motivo, a espécie não é recomendada para:

  • Plantio em calçadas e ruas estreitas.

  • Proximidade de tubulações de água e esgoto.

  • Regiões próximas a fundações de construções ou fiação elétrica.


Seguindo estas orientações, você terá uma árvore de crescimento saudável e florescimento exuberante, tornando seu jardim ou propriedade ainda mais belo e valorizado.

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Stévia Estevia – Stevia rebaudiana




Estudos importantes foram conduzidos no Japão, onde a stévia é utilizada amplamente desde 1970 demonstram que seu uso é saudável e  100% seguro.
Não é somente um adoçante natural, ela ajuda a gerenciar os níveis de açúcar no sangue, controlar a pressão arterial, promover perda de peso saudável e diminuir níveis de ácido úrico. Ainda mais ele é inimiga natural das bactérias que causam placas e cáries.
Os Índios Guarani utilizam a stévia em forma medicinal desde mais de 1500 anos!
Origem geográfica: Paraguai
Dimensões adultas: 60 a 80 cm.
Folhagem: Persistente em climas cálidos caduca em climas mais frios.
Tipo de solo: Todos os solos bem escorridos.
Clima: Crescimento se a temperatura for acima de 10°C, para de crescer aos 7°C, mortalidade aos -6°C.
Exposição: Ao sol ou meia sombra no país de origem.


GERMINAÇÃO:

Temperatura ideal de germinação: 20°C,a germinação pode diminuir ou parar com  muito mais frio ou mais calor.

Coloque as sementes em ácido giberelico (GA3) ou em água sem cloro se não dispõe de GA3, por 24 horas antes de semear.

Plante as sementes usando substrato apropriado para mudas ou terra orgânica leve, SEM COBRIR AS SEMENTES (precisam de luz para germinar). Aperte as sementes na superfície do substrato previamente molhado e pulverize suavemente. Cubra a bandeja com um plástico transparente para manter a umidade.

Mantenha úmido, mas nunca encharcado.

As sementes começam a germinar (em condições ideais) em 10 a 15 dias, e continuam germinando por 30 ou mais dias.

O transplante ao vaso ou lugar definitivo se faz as 8 semanas, quando as plantas tem 10 pares de folhas.

MESMO EM CONDIÇÕES IDEAIS, A GERMINAÇÃO DESTA  ESPÉCIE É BAIXA, NÃO SUPERANDO NORMALMENTE O 20-40%

CULTIVO

Uma vez a fase de germinação bem sucedida, a stévia exige pouca manutenção e uma rega ligeira cada dois a três dias.

Cresce bem em climas tropicais e subtropicais, em climas mais frios pode ser cultivada como planta anual.

Em climas tropicais proteger do sol nas horas mais quentes.


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Uva do Japão–Hovenia dulcis


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As sementes de uva do japão tem regular porcentagem de emergência em condições de viveiro mas têm um tegumento impermeável que severamente inibe capacidade germinativa. Vários métodos têm sido empregados para solucionar o problema. O tegumento pode ser escarificadas usando uma lixa e deixando depois as sementes em molho por 48 horas (se depois deste período as sementes continuam iguais e com a casca dura deverão ser lixadas)

Após o tratamento, as sementes são plantadas em substrato  e colocado sob luz brilhante. As sementes devem germinar dentro de uma semana a um mês ou mais.

A temperatura ideal de germinação é de 20 a 25 graus, sendo que a temperaturas mais altas ou mais baixas a % de germinação cai bastante.

Uma taxa de germinação muito boa é de 50%.

Cultivo a pleno sol. Não é exigente em matéria de solos.
As plantas obtidas a partir de sementes podem demorar bastante em dar frutos, embora possa frutificar em menos de 3 anos em boas condições.

Com sus frutos se faz um suco na China, chamado de Mel de Árvore, delicioso e usado para curar bebedeiras!




quinta-feira, 11 de junho de 2015

Graviola – Annona muricata

Graviola Gigante 1
Fruta aromática, com polpa branca, de sabor suave e levemente ácido, a graviola pode ser consumida naturalmente, mas é muito usada para a fabricação de doces, sucos, sorvetes e geleias. Rica em vitamina A, C e do complexo B, também contém cálcio, ferro, magnésio, potássio e fósforo. Diurética, a graviola ainda é dotada de propriedades que evitam espasmos, disenterias e problemas de nevralgia.

IMPORTANTE

LAVE BEM AS SEMENTES AO RECEBE-LAS, é normal que elas desenvolvam um pouco de mofo em trânsito, já que se mandam úmidas.

PRE-TRATAMENTO

Coloque as sementes em agua quente (não fervendo) por 10 minutos.

PLANTIO

Plante as sementes usando um substrato adequado ou terra leve e orgánica, colocando todas elas num vaso ou bandeja sementeira, e cobrindo com 1/2 cm de substrato ou terra. Coloque o vaso ou bandeja numa area com muita luz mas não sol direto. Molhe diariamente em forma  abundante, sem deixar secar nem deixar o vaso alagado,
A germinação pode demorar até 50 dias ou mais, mas normalmente algumas sementes germinarão mais rápido.
Quando as mudinhas tenham já aberto o primeiro par de folhas verdadeiras transplantar para um vaso individual, e ir acostumando aos poucos ao sol.

CULTIVO

CLIMA:  Tropical e subtropical. A planta não tolera locais frios, mudanças bruscas de clima e muito menos geadas.
SOLO: com textura leve, profundo, bem drenado e arejado.  Embora aceite qualquer tipo de solo, devido a seu sistema radicular desenvolvido, a planta prefere os de textura leve, profundos, bem drenados e arejados. Os melhores resultados no cultivo da graviola são obtidos em solos com elevados teores de materia orgânica e acidez corrigida.

ESPAÇAMENTO: Recomendam-se espaçamentos de 4 x 4 metros a 8 x 8 metros, o que depende de uma série de fatores, como solo, nível de tecnologia aplicada (mecanização, condução da planta, poda, por exemplo), topografia, condições climáticas, entre outros. Em geral, o tamanho das covas é de 60 x 60 x 60 centímetros. Elas devem ser feitas, no mínimo, 30 dias antes do plantio das mudas.

Fonte globo rural.com